Aprovado: Executivo sanciona lei que torna obrigatório ensino de educação política

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Rio de Janeiro - A Universidade Estadual do Rio de Janeiro(Uerj) volta às aulas. De acordo com os diretores, a decisão pela volta deve-se ao avanço no restabelecimento das condições mínimas de limpeza, manutenção de elevadores e segurança e à preocupação com o enorme prejuízo que os sucessivos adiamentos vêm impondo aos estudantes de graduação e do Colégio de Aplicação (CAP). Profundamente atingida pela crise financeira do governo fluminense, a Uerj adiou cinco vezes o início das aulas referentes ao segundo semestre de 2016. (Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil)

O Executivo sancionou a lei que inclui a educação política e direitos da cidadania como componentes curriculares obrigatórios da educação básica, que abrange a educação infantil e os ensinos fundamental e médio.

Dessa forma, os sistemas de ensino das redes federais, estaduais e municipais, inclusive as instituições privadas, deverão adequar suas propostas pedagógicas para incluir o novo componente curricular.

O objetivo da lei é fazer com que os alunos entendam a estruturação do país e o funcionamento dos três poderes. Também aprenderão sobre os papéis de cada agente político, para conseguirem diferenciar as atuações de vereador, deputado, senador, prefeito, governador e presidente da República.

O senador Giordano, do Podemos de São Paulo, destacou a importância do letramento político nas escolas:

É importantíssima esta lei, porque ela contribui para o aprendizado logo no colégio, para as pessoas saberem o que é um Vereador, o que é um Deputado Estadual, o que é um Deputado Federal, o que faz uma casa legislativa, o que é o Senado da República, o que é uma prefeitura, quem legisla, o que o Poder Executivo.

Na prática, a educação política será trabalhada de forma transversal, não compondo uma disciplina isolada, mas, sim, conectada a disciplinas tradicionais, como História, Geografia e Sociologia, e que tenham afinidade com o tema.

Foto: Reprodução